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Android 2.3 Gingerbread




Chega um determinado momento que as grandes empresas de tecnologia aprenderam que não basta ficar apenas colocando dinheiro no lançamento de sistemas e funcionalidades novas. Existe um momento que é preciso parar e realmente olhar para tudo o que foi feito até agora, e pensar: “onde é possível mudar sem tirar a essência do trabalho feito até o momento”.

Muitos usuários podem pensar que esta é uma tarefa simples, sendo que muitos até mesmo sentem um tanto quanto frustrados quando recebem uma atualização que não oferece uma mudança tão radical em comparação com o que era oferecido até aquele momento. Mas, para determinadas empresas, as vezes é realmente mais fácil começar tudo de novo do que modificar algo que já está rodando e sento utilizado.

A versão do Android 2.3, que foi batizada como Gingerbread, representa muito bem este momento do Google em relação ao sistema operacional lançado para dispositivos móveis. O sistema já havia evoluído muito nos últimos meses, sendo facilmente classificado como o sistema que mais evoluiu um período tão curto de tempo.

Para esta nova versão do sistema, a ideia era trabalhar melhor questões como o design. Parece que finalmente os criadores e desenvolvedores envolvidos neste projeto entenderam, neste ponto, que o design tinha uma importância fundamental para a experiência dos usuários. De nada adiantava incluir diversos recursos que os usuários não iriam acessar, pois estava escondido ou inserido em um menu complexo e cheio de outros recursos.

Infelizmente, o Android acaba tendo um problema quando comparado ao seu principal concorrente, o Ios, da Apple: As marcas de celulares que compram o sistema para utilizar em seus aparelhos podem fazer as mais variadas modificações, especialmente na sua interface. E isso faz com que poucos usuários consigam efetivamente ter acesso ao design puro do Android.

Mesmo assim, as alterações na forma como as “coisas” se apresentavam para os usuários, ao invés da inserção de novas “coisas” acabou tornando este sistema uma versão melhorada do anterior, consolidando o seu espaço no mercado. Confira algumas das principais características do Android Gingerbread.

Tudo igual, mas tudo diferente.

Os usuários que tiveram a oportunidade de acompanhar a evolução do Froyo para o Gingerbreade perceberam que as novidades eram escassas em termos de funcionalidades. Mas, em compensação, perceberam que o sistema acabou se tornando muito mais fluente, proporcionando uma experiência muito mais interessante para quem está com o dispositivo nas suas mãos.

Pequenos detalhes que fazem toda diferença

Em termos de design e interface, os usuários sentiram, pela primeira vez, que este sistema tinha uma unidade. Nas versões anteriores parecia muito mais como se cada grupo de desenvolvedores criasse o visual de uma página ou de um aplicativo nativo, sem muitas conversas entre sí.

No Gingerbread é possível perceber que existem detalhes, como o surgimento de um brilho laranja que aparece sempre que os usuários chegam ao final de uma lista (e que está presente em todas as listas, não em apenas algumas), ou ainda a forma de desligamento da tela, que lembra muito o de uma TV. Estas pequenas mudanças acabaram fazendo com que os usuários finalmente comprassem a ideia de um sistema operacional Android.

Mais resposta

Em termos de velocidade de resposta aos comandos, o sistema não apresenta uma diferença tão grande como o seu antecessor. Mas o nível de agilidade ao utilizar diversos aplicativos, por exemplo, ou fazer a transação de um app para a t ela inicial e para outro app se tornou mais rápido, chegando inclusive a ser comparado com os sistemas do iPhone 4, por exemplo.

Aplicativos separados, mas conectados

Neste quesito o Android continuou trilhando um caminho que já vinha sendo criado nas versões anteriores. A ideia é oferecer todas as soluções do Google, dentro do Android, de uma forma nativa, permitindo que as pessoas não tenham que procurar outro aplicativo para e-mails, por exemplo, ou então para acessar seus mapas. Em contrapartida, todos estes aplicativos são gerenciados e atualizados de forma independente. Ou seja, eles podem ser melhorados sem que o Google tenha que lançar uma nova versão do sistema operacional (o que não acontece com o Ios).

Conclusão

Todas estas mudanças acabaram tornando Gingerbread uma das versões mais populares do Android, aquela porta de entrada para a grande maioria dos usuários que são fiéis até hoje.




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